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Diretório de Advogados
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Magistrado
Jorge Luiz de Oliveira da Silva
Campo Grande (MS)
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J
Jorge Luiz de Oliveira da Silva
Comentário ·
há 8 anos
"Doutor" e "Excelência" não serão obrigatórios! Oohh, que legaaal!!... Mas eram? - Comentários ao PLS 332/2017
João Ralph Castaldi
·
há 8 anos
Somente algumas considerações. Primeiramente, na condição de magistrado, particularmente, não gosto dos termos "excelências" ou "doutor". Respeito quem faz questão, mas nos juízos onde chego já solicito que os documentos a serem assinados por mim sejam confeccionados sem o "Dr." Quanto ao "Exª", é certo ser um pronome de tratamento específico destinado a certas autoridades. Então, é muito comum esse tratamento, muito embora não faça questão, mas conheço muitos que fazem. Agora, a problemática de se dirigir às pessoas como "você" e "tu" (pronomes de cunho informal) requer a análise de questões de respeito. Quando faço uma audiência, dirijo-me a todos (réu, testemunhas, ofendidos etc) como "senhor", numa manifestação de respeito do Judiciário para com aquele que, de alguma forma, integra o processo. Em relação a advogados, defensores e promotores, sempre me refiro a "V Exª", como uma questão de respeito à nobre profissão que desenvolvem. Então...em muitos casos....não estamos a lidar com vaidades, mas somente com protocolos formais.
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Jorge Luiz de Oliveira da Silva
Comentário ·
há 12 anos
Estado de direito e prisões de ativistas (HC libera 23)
Luiz Flávio Gomes
·
há 12 anos
Muita mobilização. Muita teorização. Muito discurso identificando essas pessoas como"ativistas, sendo que ativistas ssão aqueles que professam uma ideologia ou uma causa social. ...e esse pessoal não possui qualquer ideologia e muito menos causa social. Por que não vão protestar em frente aos hospitais públicos pelo descalabro no atendimento da saúde? E por que não protestam pela violência, embalada numa lei penal frouxa com interpretações hipócritas? A quem essa gente representa? Enfim. ...vamos focar no que é socialmente importante. ...esse pessoal tem bons advogados para defendê - los.
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Jorge Luiz de Oliveira da Silva
Comentário ·
há 12 anos
Justiça poderia ter começado a corrigir um dos maiores erros de sua história. Mas juiz não foi. Já tinha compromisso
Vanice Cestari
·
há 12 anos
Cara Vanice. Morei em Belém, de 1984 a 1988, quando era Sargento da Força Aérea, e lembro-me dessas mortes. A condenação dos médicos, ao que tudo indica, pela leitura atenta de sua intervenção, trata-se de um dos erros mais lamentáveis do Judiciário. Mais ainda, quando, em regra, se adia uma audiência dessa magnitude, com tudo pronto, envolvendo os interesses já mencionados, por conta de "outros compromissos". Desconheço o contexto real do adiamento (em especial os motivos que o ensejaram). No entanto, hoje, como magistrado, penso que não se trata de descaso a ser atribuído ao Poder Judiciário, muito embora seja a faceta dele, enquanto Poder da República, que vem aos olhos do povo. O grande problema, sempre pensei eu, é que o Judiciário é encarnado e ganha alma por intermédio de seres-humanos, falíveis, em sua essência, como qualquer ser-humano. Porém, a falibilidade humana é aceitável. O que não pode ser aceitável é alguém, pelo simples fato de envergar uma toga, imaginar que não é um mero servidor do povo. É se postar como alguém acima da vida e da morte; é destilar arrogância e prepotência no exercício do mister que lhe é deferido. Infelizmente, enquanto magistrado que estou, vejo isso acontecer, para minha tristeza. Mas, também vejo colegas que diuturnamente se empenham ao máximo para prestar uma boa jurisdição, abdicando de momentos de lazer e companhia de sua família. Em homenagem a estes últimos, no rol dos quais humildemente me incluo, penso que podemos sempre identificar aqueles que não se preocupam efetivamente em prestar contas de suas obrigações para com a sociedade. Toda generalização é perigosa e apresenta o potencial de incluir na "vala comum" aqueles que não se enquadram na generalização. Um grande abraço.
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Franceo Delfino de Azevedo
Comentário ·
há 8 anos
"Doutor" e "Excelência" não serão obrigatórios! Oohh, que legaaal!!... Mas eram? - Comentários ao PLS 332/2017
João Ralph Castaldi
·
há 8 anos
Esse projeto simplesmente demonstra a incapacidade técnica de nossos legisladores, que, ao invés de se preocuparem com projetos dignos de elevação do Brasil, deixam-se levar pela opinião de uma camada de esquerda, que, longe de levar o progresso da nação, com ordem, respeito e evolução, se dedicam a APROVAR O NADA, visando, assim, apenas votos dos incautos da pátria... Segundo informação do próprio autor do projeto, cujo nome não merece ser citado, por sua insignificância política e representativa, a iniciativa se deu poque o um famoso réu da lava jato, que na ocasião estava recebendo tratamento respeitoso, de "ex presidente", resolveu tratar a DD. Procuradora da República de "QUERIDA", demonstrando total fala de respeito à pessoa e ao próprio cargo... Então, o autor do projeto, demonstrando solidariedade ao DESRESPEITO, entendeu ser viável um projeto tão insignificante como este... O Brasil precisa de projetos sérios, que enaltecem o respeito, a dignidade e a honestidade...
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Fabiano Freitas Santos
Comentário ·
há 8 anos
"Doutor" e "Excelência" não serão obrigatórios! Oohh, que legaaal!!... Mas eram? - Comentários ao PLS 332/2017
João Ralph Castaldi
·
há 8 anos
O autor deveria ler o MANUAL DE REDAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, que faz duas ressalvas: Acrescente-se que doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Evite usá-lo indiscriminadamente. Como regra geral, empregue-o apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. É costume designar por doutor os bacharéis, especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina. Nos demais casos, o tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações.
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